Franchising de sucesso

PESQUISAR FRANCHISINGS

DESTACADOS

Conceitos franchising

Franchising: conceitos básicos

Alguns dos principais conceitos que se devem conhecer para entrar no sistema de franquicia. + Ver Mais.

O agravamento da recessão económica e a queda de confiança de investimento no mercado português, fazem com que o franchising enfrente hoje uma “prova de fogo” no que diz respeito à sua eficácia. Franchising e um sector que gozou sempre de um crescimento acima da média empresarial, viu-se nos últimos três anos a braços com altos e baixos nos resultados, a reconhecer encerramentos e sobretudo a planear estratégias para conseguir manter a rentabilidade dos negócios.

O agravamento da recessão económica e a queda de confiança de investimento no mercado português, fazem com que o franchising enfrente hoje uma “prova de fogo” no que diz respeito à sua eficácia. Um sector que gozou sempre de um crescimento acima da média empresarial, viu-se nos últimos três anos a braços com altos e baixos nos resultados, a reconhecer encerramentos e sobretudo a planear estratégias para conseguir manter a rentabilidade dos negócios.

Depois de três anos difíceis, pode dizer-se que o sistema de franchising se “habituou” a conviver com a tão temida crise. A conjuntura obrigou sem dúvida o franchising a reconfigurar-se e a modificar estratégias e modelos de negócio. E é nestas alturas que aguça o engenho, já que o grau de exigência cresce de dia para dia, transversal a todos os sectores de actividade. Há que encontrar soluções para muitos dos problemas com que se tem deparado o franchising e é nestes tempos difíceis que sobressaem os grandes líderes empresariais.

A famosa crise deitou por terra as expectativas de alguns empresários, mas também serviu para um melhor planeamento, para definir estratégias de crescimento objectivas, e deixar em standby os planos de crescimento “a qualquer preço”.

Crise do subprime: a origem

 Em Agosto de 2007 estalava nos Estados Unidos a crise das subprime, uma crise financeira desencadeada pela queda de instituições de crédito que concediam empréstimos hipotecários de alto risco, e que se revelou um autêntico furação, revolucionando toda a economia mundial, e cujos efeitos ainda hoje se fazem sentir.

Em Portugal esta instabilidade traduziu-se essencialmente num travão à concessão de crédito hipotecário, tendo consequentemente afectado um dos sectores mais activos no sistema de franchising nacional: o imobiliário. Com a crise financeira que se instalou, também em Portugal, chegou a quebra do poder de compra, a crise de confiança no investimento e aumento da taxa de desemprego.

Foi por isso necessário que as empresas, não só do imobiliário, mas de todos os sectores, repensassem estratégias para evitar a queda iminente. A crise obrigou as centrais de franchising a reformular planos e estruturas, fazendo sobressair uma capacidade de gestão sem precedentes. Abriu-se um novo caminho para a remodelação de modelos de negócio, com o objectivo de os adequar à nova realidade, significando, por exemplo, o reajuste dos valores de investimento em função daquilo que poderá suportar o actual investidor.

Pese embora as dificuldades com que se depara também o sector, muitos franchisadores consideram que a crise introduziu novos factores que, a médio/longo prazo, vão favorecer o franchising e as redes que operam neste sistema. É certo que as empresas sofreram as consequências da conjuntura, que enfrentaram a redução do número de aberturas devido à maior dificuldade de acesso ao crédito, mas não podemos esquecer que o comportamento do franchising tem sido mais favorável, quando comparado com outras empresas a operar fora deste sistema.

O mercado não está bem nem mal, está como está e o segredo está na capacidade de adaptação às mudanças. E considerando as estatísticas do sector em 2015, verifica-se que o franchising está atento.