De acordo com o Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) o mercado de franchising no território apresenta-se ainda numa “fase inicial, sem grandes níveis de penetração de marcas”. O presidente deste instituto, Lee Peng Hong, afirma que “no que diz respeito a este modelo de negócio ainda existem muitos empresários locais que desconhecem a sua dinâmica”. O Instituto organizou neste âmbito no passado mês de Julho a primeira feira de franchising no território, com o objectivo de promover a expansão de negócios de PME’s lociais e captação de marcas internacionais.
Apesar da ex-colónia portuguesa também se ressentir na conjuntura global actual, Manuel Geraldes, o responsável em Macau do ICEP Portugal – Instituto para as Empresas para os Mercados Externos, explicou à revista Macau que “a mentalidade de vários agentes económicos portugueses face à China e a Macau está a mudar”.
O responsável avançou àquela publicação que “hoje em dia as empresas começam a perceber que o mercado chinês não é apenas produtor de bens, mas cada vez mais também consumidor e o envolvimento crescente da China na globalização económica faz com que as exigências de consumo dos cidadãos chineses aumentem, o que cria vários nichos de mercado que podem ser aproveitados”.
O franchising chegou à “pérola do oriente” nos anos 90, através da implementação dos primeiros restaurantes da gigante de fast-food McDonald’s e, apesar de este ainda não demonstrar a força que tem em mercados como o português, o brasileiro ou o americano, “o número de projectos tem vindo a aumentar” garante o IPIM.
Este Instituto macaense conta actualmente com uma “carteira” de cerca de 120 projectos desenvolvidos em franchising para Macau, abrangendo sectores como restauração, hotelaria, moda, acessórios, entre muitos outros.
O presidente do IPIM acredita, citando o Jornal Tribuna de Macau, que “o franchising é uma forma muito adequada para ajudar as PME’s a aumentarem a sua capacidade competitiva e enfrentarem as dificuldades da crise económica e para Macau conseguir a representação de mais marcas internacionais”.
A primeira feira de franchising neste território chinês, que contou com o apoio da IFA (International Franchise Association), decorreu entre 3 e 4 de Julho, no Centro de Convenções e Exposições da Torre de Macau, e juntou mais de 70 empresas provenientes de oito países.
É intenção do IPIM dar continuidade à realização da montra de franchising no território, bem como “outros eventos que aproximem os empresários locais de outros mercados”.
O Instituto tem ainda previsto a divulgação dos números referentes ao franchising em Macau, na sequência do estudo encomendado à Universidade de Ciência e Tecnologia, avança o Tribuna de Macau.
O responsável avançou àquela publicação que “hoje em dia as empresas começam a perceber que o mercado chinês não é apenas produtor de bens, mas cada vez mais também consumidor e o envolvimento crescente da China na globalização económica faz com que as exigências de consumo dos cidadãos chineses aumentem, o que cria vários nichos de mercado que podem ser aproveitados”.
O franchising chegou à “pérola do oriente” nos anos 90, através da implementação dos primeiros restaurantes da gigante de fast-food McDonald’s e, apesar de este ainda não demonstrar a força que tem em mercados como o português, o brasileiro ou o americano, “o número de projectos tem vindo a aumentar” garante o IPIM.
Este Instituto macaense conta actualmente com uma “carteira” de cerca de 120 projectos desenvolvidos em franchising para Macau, abrangendo sectores como restauração, hotelaria, moda, acessórios, entre muitos outros.
O presidente do IPIM acredita, citando o Jornal Tribuna de Macau, que “o franchising é uma forma muito adequada para ajudar as PME’s a aumentarem a sua capacidade competitiva e enfrentarem as dificuldades da crise económica e para Macau conseguir a representação de mais marcas internacionais”.
A primeira feira de franchising neste território chinês, que contou com o apoio da IFA (International Franchise Association), decorreu entre 3 e 4 de Julho, no Centro de Convenções e Exposições da Torre de Macau, e juntou mais de 70 empresas provenientes de oito países.
É intenção do IPIM dar continuidade à realização da montra de franchising no território, bem como “outros eventos que aproximem os empresários locais de outros mercados”.
O Instituto tem ainda previsto a divulgação dos números referentes ao franchising em Macau, na sequência do estudo encomendado à Universidade de Ciência e Tecnologia, avança o Tribuna de Macau.








