A crise aguça o engenho. É o caso do Grupo Migan.
A marca vai equipar 18 hotéis de quatro e cinco estrelas em Espanha, Portugal e Marrocos; 20 áreas de serviço em autoestradas lusas do Porto ao Algarve; quatro casas de repouso locais e cerca de 25 franchisings diferentes, tais como os britânicos Costa Coffee. Estes projectos consistem inteiramente em condicionar os estabelecimentos de serviços de restauração (fogões, fornos e móveis em aço inoxidável).
Um dos setores onde o Grupo Migan acredita de abrir mais portas é o turismo. No mês passado abriu uma delegação em Palma de Mallorca. A razão, disse Miguel Angel Perez, é que "70% das grandes cadeias de hotéis" tem o seu centro comercial nas Ilhas Baleares. Também tem funcionários em Madrid e Barcelona.
E essas cadeias também podem servir como um salvo-conduto para o acesso à América do Sul.
DESTINOS. O equipamento que fabrica o Grupo de Negócios Migan chegaram a Portugal, França, Alemanha, Reino Unido, Bélgica e Luxemburgo, na Europa e Marrocos, Argélia e Guiné em África. Neste último país, a marca fez instalações em dois hospitais e três hotéis, tem "grandes projectos" planeados, disse Miguel Angel Perez, porque a queda dos preços do petróleo levou a um investimento reduzido.








